Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Serra dos Órgãos.

Muitas trilhas na parte baixa do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO) fazem a alegria dos amantes da natureza que não dispõem de tanto preparo físico.

Fizemos as trilhas clássicas do Cartão Postal e Mozart Catão, na sede Teresópolis, que terminam em mirantes com paisagens belíssimas. A trilha do Cartão Postal são 50 minutos de subida íngreme com muitos degraus até o mirante para a magnânima Serra dos Órgãos. Cerca de 300 metros antes de chegar ao mirante, há uma bifurcação para a trilha 360, que é circular, dura 2 horas e 30 minutos, que possui outro mirante e encontra a trilha Mozart Catão. Por sua vez, a trilha Mozart Catão é mais suave, considerada leve, 30 minutos de subida levam ao mirante com a paisagem da cidade de Teresópolis, avistando-se ainda a Granja Comary e CBF.

Cidade de Teresópolis.

Há muitos atrativos na parte baixa do PARNASO como a piscina natural, poços, as trilhas suspensa e da primavera, planas e no meio da floresta. Ideais para quem quer vivenciar a atmosfera da mata sem nenhum esforço.

Dedo de Deus.

Na parte alta do PARNASO, as trilhas requerem preparo físico e experiência. Convém contratar um guia. Já fiz a clássica travessia Petrópolis-Teresópolis, narrada neste blog, considerada a mais bonita do Brasil. Pode-se fazê-la em 3 dias com pernoites no Abrigo 4 e no Açu. Uma boa pedida é passar a noite no Abrigo 4, na Pedra do Sino, para ver o espetacular nascer do sol. É preciso reservar antes o pernoite para não ser pego desprevenido e ter de descer no mesmo dia. A trilha até a Pedra do Sino é considerada pesada, cerca de 5 horas de subida.

www.parnaso.tur.br

Itália

Percorremos Itália de norte a sul, de Milão a Nápoles, durante 2 semanas. Fomos no verão europeu, em julho. Não recomendo. O sol é escaldante. Para quem planeja uma viagem à Itália, recomendo assistir a alguns filmes para se inspirar, como: Cartas para Julieta, Para Roma com Amor, Comer Rezar Amar.

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Bellagio.

Começamos a viagem em Milão. Lá vale a pena fazer um bate e volta até a cidade do lago Lugano, que já fica na Suíça. País dos chocolates, queijos e canivetes. Há algumas lojas de chocolate artesanal espalhadas na cidade, onde se é possível provar um delicioso chocolate suíço. Há um calçadão de onde se pode apreciar o bonito o visual do lago e montanhas de Lugano. O passeio de um dia continua até a vila de Bellagio, no lago di Como, na Itália. Atravessa-se de ferry boat em alguns minutos de uma margem até Bellagio. Suas ruelas subindo a colina são um charme à parte. É hora do almoço. Saboreamos espaguete ao molho de tomate. Além de ser típico, é o mais barato do cardápio (rsrs). Carne, frango e peixe são muito caros. O tour termina em um passeio de barco de duas horas pelo Lago di Como, apreciando as casas e montanhas às margens do lago até a cidade de Como. Quem leva www.citywonders.com

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Bellagio.

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Spritz aperol, um drink italiano para refrescar.

Em Milão, um dia é suficiente para conhecer os principais pontos turísticos, como a catedral, a galeria Vittorio Emanuele II na piazza del Duomo e o castelo Sforzesco. Todos atendidos pelo metrô. Fomos ainda conhecer as pinturas da Pinacoteca di Brera. Recomendo. Andamos também de ônibus turístico, tipo jardineira, para conhecer mais a cidade. Mas não recomendo, o trajeto do centro histórico é curto. Almoçamos no shopping luxuoso Rinascente ao lago do Duomo (catedral em italiano). De sobremesa, no calor europeu, saboreamos um gelato. Para quem quiser conhecer o percurso do ônibus turístico em outras cidades italianas, clique https://www.city-sightseeing.it/.

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Duomo.

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Duomo.

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Galeria Vittorio Emanuele II.

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Castelo Sforzesco.

Em direção a Veneza, demos uma parada para conhecer o Lago di Garda, o maior lago da Itália, visitando a pitoresca vila medieval de Sirmione. Outro ponto alto da viagem.

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Sirmione, entrada do centro histórico.

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Finalmente, chegamos em Veneza. Hospedamo-nos fora da ilha, na parte de terra firme. De manhã, pegamos um barco que percorreu a Lagoa de Veneza até chegar próximo à praça de São Marcos. Vale enfrentar a fila para conhecer o interior da basílica de São Marcos. A entrada é gratuita. Da praça, parta para explorar o labirinto de ruelas e canais de Veneza. Um passeio de gôndola para conhecer Veneza de outra perspectiva é obrigatório. Demos sorte. Na nossa gôndola, um cantor de ópera e sanfoneiro entoaram as mais belas e conhecidas canções italianas. Minha mãe adorou a surpresa o que a distraiu do medo de andar de gôndola, conseguindo aproveitar o passeio. Mas um aviso: andar de gôndola é caro. Minha mãe não gostou de Veneza. Não atendeu às suas expectativas românticas. Esperava mais flores na cidade. E para ela, os lixeiros, empurrando as carroças pelas ruelas no meio das pessoas, tiravam o charme e o romantismo do lugar. Não visitamos Veneza à noite, o que deve ser um espetáculo à parte.

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Veneza.

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Veneza.

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Dona Sonia, minha mãe na gôndola.

De Veneza, partimos para Florença, passando no caminho por Pádua e Pisa. Devota de Santo Antônio, minha mãe adorou conhecer a basílica do Santo, que fica em Pádua. Sem palavras para a magnitude da Torre de Pisa. Incrível ver a inclinação de um monumento tão grande. Minha mãe posou para foto brincando de segurar a torre. Visitamos a catedral e o batistério, lugar de batismos, no Campo del Miracoli em Pisa. A entrada é paga. Também pode-se pagar e enfrentar seus quase 300 degraus da Torre de Pisa e admirar a vista lá de cima. Confesso que não encarei.

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Torre de Pisa.

Florença é uma cidade renascentista belíssima. Sua catedral, o Duomo, é um monumento esplendoroso. As principais atrações, igrejas, museus e galerias, de Florença estão no centro histórico, podendo ser explorado a pé. Como museus e galerias são pagos e caros, preferimos não entrar e perambular pelas ruas de Florença. Mas o museu que recomendo é o Uffizi, o maior museu de arte da Itália. Entramos somente no Duomo, após enfrentar uma fila de quase 1 hora debaixo de sol.

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Lateral do Duomo. Florença.

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Interior do Duomo. Florença.

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Florença.

Seguimos para Roma, passando por Siena e Assis. As principais atrações turísticas de Siena são o Palazzo Pubblico, na piazza del Campo, e, pertinho dali, o Duomo. A entrada da catedral, Duomo, é paga. Passamos uma hora em Siena e seguimos para a cidade medieval de São Francisco de Assis, santo do qual sou devota. Voltei a Assis pela segunda vez após 10 anos. Sempre uma emoção visitar a Basílica de São Francisco de Assis. Voltei para mostrar a basílica à minha mãe. Dessa vez, agradeci as bençãos que recebi ao longo da vida.

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Piazza del Campo. Siena.

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Basílica de São Francisco de Assis.

Finalmente, chegamos em Roma, um museu a céu aberto. Inúmeros museus, 900 igrejas, elegantes piazzas (praças), ruínas do antigo império romano. Tudo isto faz de Roma um destino especial em vários dias para ser explorado. Acordamos e começamos o dia pelo Campo de Fiori, no domingo com feira de produtos típicos. De lá fomos caminhando até a piazza Navona, com suas belas fontes e igreja no coração da praça. Era hora do almoço, aproveitamos para comer num dos restaurantes da praça para apreciar a beleza da arquitetura dos edifícios e fontes, e também o movimento da praça. Com sorte, um grupo de músicos estava tocando músicas italianas. Para variar, comemos massa acompanhado por vinho. Minha mãe se deliciou com o vinho doce moscato. De lá, caminhando fomos conhecer o Pantheon, o templo de todos os deuses na Idade Média, transformado em igreja. Não entramos, porque estava uma fila imensa. Voltamos à piazza Navona.

Da piazza Navona, pegamos um táxi para a piazza del Campidoglio, onde estão os museus Capitolinos. Dessa vez, entramos para apreciar seu acervo de esculturas e pinturas. De lá, fomos de táxi (em Roma, o metrô não atende bem o centro histórico) para a parte alta da da piazza di Spagna. Admiramos a vista da cidade e entramos na igreja Trinitá dei Monti. Queria conhecer o famoso Café Greco, mas caríssimo! Um café expresso a 7 euros. Paga-se o requinte e a fama. Desisti de tomar um cafezinho.

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Piazza Navona. Roma

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Detalhe de fonte na Piazza Navona. Roma.

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Pantheon. Roma.

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Museu Capitolino. Roma.

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Museu Capitolino. Roma.

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Museu Capitolino. Roma.

No dia seguinte, foi dia dos museus do Vaticano. Lotadíssimo. Para não esperar horas na fila, compre seu ingresso com antecedência. Seguimos pelas galerias do museu, apreciando suas esculturas renascentistas e pinturas nas paredes, até a Capela Sistina de Michelangelo. Por ser um local sagrado, não são permitidas fotografias na Capela Sistina. As pinturas nas paredes e no teto impressionam. Os afrescos do Juízo Final, no altar, com a representação do Céu e do Inferno, e da criação de Adão, no teto, no qual Deus tenta tocar os dedos de Adão para conceder a centelha da vida, são as mais conhecidas e também as mais impactantes. Saindo do museu do Vaticano, visitamos a Basílica de São Pedro. A imponente escultura da Pietá de Michelangelo, com a representação de Jesus morto nos braços de Maria, chama a atenção. Do Vaticano, partimos para a Fontana de Trevi. Um multidão em sua volta. Difícil tirar uma fotografia sozinho com a fonte atrás.

Criação de Adão. Imagem tirada da internet.

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Pietá de Michelangelo, protegida por um vidro. Vaticano. Roma.

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Museu do Vaticano. Roma.

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Teto no Museu do Vaticano. Roma.

No terceiro dia em Roma, foi dia de conhecer o Coliseu, Fórum Romano e Palatino. As filas estavam enormes. Felizmente, compramos o ingresso antecipadamente pelo site www.tiqets.com. Os três atrativos são a céu aberto, debaixo de sol ou chuva. Como era verão e estava céu de brigadeiro, sofremos sob o sol escaldante.

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Coliseu. Roma.

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Interior do Coliseu. Roma.

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Fórum Romano. Roma.

De Roma, fizemos dois bate e volta a Nápoles, cidade base para conhecer a ilha de Capri e a Costa Amalfitana. O melhor é se hospedar em Nápoles. Saindo de Nápoles, os passeios ficam mais baratos e menos cansativos. Mas como terminei a viagem em Roma, o jeito foi ir e voltar nos dois dias. De ônibus, são 3 horas de Roma a Nápoles, mas há um trem rápido que faz o percurso em 1 hora e 10 minutos. Para ilha de Capri, pega-se um ferry boat no porto de Nápoles. Em 50 minutos, chega-se à ilha. Lá, vale a pena pegar o funicular para apreciar a vista do alto da colina e fazer um passeio de barco para conhecer a paisagem da costa da ilha. Capri é sensacional e imperdível.

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Ilha de Capri, vista do alto da colina.

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Capri.

No último dia de viagem, fizemos um tour para Costa Amalfitana, visitando as vilas de Positano e Amalfi. A estrada que percorre a costa é estreita e sinuosa e fica na beira do penhasco. Ônibus grande não passa. Só micro-ônibus e van. A primeira parada foi numa fábrica do licor Limoncello, feito com limão siciliano. Cítrico, o licor é uma delícia. Trouxemos uma garrafa para o Brasil. Depois, seguimos até Positano. A vila fica incrustada na encosta da colina. Por uma ruela, descemos a pé da estrada até a praia. A terceira parada foi em Amalfi, embora com casas nas colinas, a vila é mais plana. O centro e o acesso à praia ficam na parte plana da vila. Quem nos levou foi a www.citywonders.

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Positano.

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Positano.

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Visual da estrada.

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Amalfi.

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Buenos Aires

San Telmo.

Casa Rosada. Praça de Mayo.

Catedral metropolitana.

Catedral metropolitana.

El Caminito. La Boca.

El Caminito.

Jardim Japonês.

El Rosedal. Palermo.

El Rosedal. Palermo.

Flor de aço.

Colônia do Sacramento. Uruguai.

Colônia do Sacramento. Uruguai.

Colônia do Sacramento. Uruguai.

Colônia do Sacramento. Uruguai.

Recoleta.

Cemitério da Recoleta.

Voltar a Buenos Aires sem pressa foi uma gratificante experiência. Antes estive duas vezes na cidade, mas poucos dias. Em 2004, a caminho da Patagônia e em 2016, de viagem para Bariloche. As duas vezes no verão. Retornei no outono. Suas ruas estavam contornadas com árvores com folhagens cores de pastel. Lindo. Dessa vez, fiquei no charmoso bairro da Recoleta. Com restaurantes e bares ao ar livre ao redor da praça em frente ao cemitério da Recoleta e igreja da Nossa Senhora do Pilar. Meu café-restaurante preferido foi o tradicional La Biela. No sábado, acontece uma feira de artesanato na praça, onde é possível comprar souvenir e lembrancinhas de Buenos Aires.

Circulei pela cidade de Uber, metrô e também fiz um passeio panorâmico no bus turístico (www.buenosaires.bus.com). Os pontos altos da viagem foram o colorido bairro de El Caminito com suas casas de zinco coloridas. É possível almoçar uma parrilla ou simplesmente tomar um café com medialuna apreciando casais dançando tango nas calçadas. Sem palavras para o Jardim Japonês e o parque do Rosedal em Palermo. O Jardim Japonês é um presente da comunidade japonesa à cidade. El Rosedal é um jardim extenso de rosas multicoloridas. Espetacular pela beleza própria das rosas e o cuidado com o jardim. E, também, ponto alto, o balé “El Corsario” no Teatro Colón. Imperdível tanto pelo espetáculo como pela arquitetura do teatro.

Nos arredores de Buenos Aires, está o delta do Tigre, onde pode-se fazer passeio de 1 hora de catamarã e contemplar a vida dos moradores que vivem às margens do rio.

Fora da cidade portenha, do outro lado do Rio del Plata, localiza-se a cidade de Colônia do Sacramento, no Uruguai. Um dia é suficiente para conhecer o bairro histórico. Fui de balsa rápida pela Colonia express (www.coloniaexpress.com).

Para conhecer mais da história de Buenos Aires, recomendo os tours guiados a pé pela Freetour (www.freetour.com). Gratuitos. De duração de 2 horas. No final, é recomendável dar uma gorjeta ao guia de 5 euros.

Dessa vez, viajei com a minha mãe. Sua segunda viagem internacional e a primeira vez em Buenos Aires. Com 69 anos, está descobrindo o mundo agora. Nunca é tarde para conhecer um pedacinho do mundo 🌎 !!

A hora da serenidade

Viajei dois anos sabáticos em busca de mim mesma e do mundo seguindo a direção dos ventos, “going with the flow”. Estamos sempre buscando nosso equilíbrio interior. Mas o desejo de passar a vida a limpo se tornou mais intenso com a experiência de sincronicidade no Caminho de Santiago de Compostela. Peregrinos me permitiram me enxergar e olhar para dentro. Ali tudo começou. A roda da vida me pegou e tive de partir… Antes, fui conhecer minhas raízes portuguesas em Cumieira, Vila Real, região do Douro. Depois parti… Foram dois anos com um desejo no coração e a ideia de um destino: África e Índia. África para resgatar minhas raízes. Minha bisavó Maria era afro-brasileira. A Índia para trabalhar minha espiritualidade. Lancei-me no mundo sem planos, sem direções, apenas uma vaga ideia de destinos sem saber o que iria encontrar e o desejo enorme de me autoconhecer e encontrar. Fui de coração aberto, sem medos, autoconfiante.

Recebi o carinho da África. Em especial, das crianças e adultos de Langa Township na Cidade do Cabo, na África do Sul. Desenvolvi um projeto social de inclusão visual com fotografia para que as crianças se retratassem de uma forma positiva sem julgamentos ou preconceitos. Em toda África fui muito bem recebida. Os africanos me chamavam de “sister”. De coração aberto, tudo flui. As pessoas sentem sua vibração e são receptivas.

Na Índia, encontrei a sabedoria do Osho e de Dalai Lama, que está refugiado no Himalaia. Descobri a bondade, o amor e a compaixão pelos outros. Meditar para viver no presente e livre das angústias e sofrimentos. Foram grandes aprendizados.

Voltei para casa refeita. Ainda passei alguns percalços no encontro com o velho mundo que me cercava. O meu entorno não havia mudado. As pessoas continuavam com os velhos hábitos e pensamentos, mas eu havia me transformado. Houve um choque. Passada a tempestade após alguns anos. Veio a hora da serenidade e paz interior e exterior.

Hoje levo uma vida contemplativa no coração da serra em Teresópolis, com o coração sereno e aberto para as vicissitudes da vida. Namastê ❤️

Pôr do sol em Moçambique 🇲🇿

Ser Eu Mesma

Faz quase 10 anos que iniciei minha jornada de autoconhecimento, da busca da Verdade, da busca se Deus existe. Encontrei as respostas para as minhas angústias e questionamentos existenciais. A força do Bem, ou como prefiram denominar esta energia positiva bem intencionada do Universo, existe! A Sinceridade do nosso Pensamento Positivo! Reflexo do Coração!

No Caminho de Santiago de Compostela entre 21 de setembro e 30 de outubro de 2009, em um momento de exaustão das minhas forças físicas e psíquicas, fui protegida e levada pelas mãos dos anjos protetores invisíveis até um casal de “hospitaleiros” que trabalhavam voluntariamente no albergue Gaucelmo no vilarejo Rabanal del Camino, que me acolheram com todo amor. Ali, senti a presença da mão da energia divina. Revitalizei! E continuei minha jornada ao encontro comigo mesma.

No Caminho de Santiago, repassou o filme da minha vida, até os meus 35 anos. Encontros significativos com pessoas que me permitiram enxergar a mim mesma. Meus espelhos femininos. Da minha menina-mulher interior. Em M., suíça de 19 anos, vi a minha garota destemida e independente. Em Y., sul-coreana de 21 anos, meu jeito livre, viajante libertário. E o meu espelho afetivo das minhas dificuldades com o universo masculino. M., americano de 42 anos, de olhos brilhantes, alma de menino, lindo, moreno, charmoso, atraente, doce, mas com gênio tempestuoso de um leão. Embora tenha sido amor à primeira vista, estava arredia em razão de experiências pretéritas negativas. “Será mais um a questionar o meu jeito de ser, o meu espírito livre, independente, viajante, aventureiro?…”, pensei com os meus botões em seu primeiro galanteio. “Minha casa é sua casa”, disse M. para mim se oferecendo para carregar em sua mochila meus pertences pessoais. Agradeci e disse não. Queria sentir-me livre. Estava pensando em viajar o mundo, não queria que um homem atrapalhasse meus planos, jogando-me para baixo, desestimulando-me de realizar o meu sonho. Além disso, era um momento meu… de auto-reflexão. Queria estar sozinha.

O encontro com M. me desvelou a minha dificuldade inconsciente de entrega afetiva. O medo de amar. Fruto de crenças. Experiências negativas. Medo de sofrer. Autossabotagem. Como se eu não fosse merecedora.

O encontro com M., meu homem-espelho idealizado, me revirou do avesso. Fez emergir à tona o meu inconsciente. Tocou minha menina-moça adormecida, o sentimento mais tenro escondido lá no recôndito da minha alma. Até então não havia percebido este comportamento de autossabotagem, de não-entrega afetiva, de autossuficiência. Fruto de uma mistura de vozes, sentimentos, memórias, crenças e história de vida.

No processo de formação de nossa identidade, na construção na relação eu-outro, no olhar do outro sobre você, projeções, experiências, criamos camadas, personas, nos tornamos atores representando papéis. Muitas vezes nos tornamos prisioneiros emocionais. Condicionamentos familiares, sociais, culturais internalizados. Crenças alimentadas ao longo de uma vida. Papéis que nos distanciam de quem somos, lá no fundo da nossa essência.

Esta carta do Osho Zen Tarot mostra uma pequena flor silvestre que enfrentou o desafio das rochas e pedras em seus caminhos, para emergir à luz do dia. Rodeada por uma aura de luz dourada brilhante, ela expõe a majestade de seu singelo e luminoso Ser. Coragem para enfrentar os desafios da vida e crescer. Coragem para se transformar na flor que você está destinada a Ser.

 

Uma jornada de autoconhecimento é a busca pelo nosso Ser. Retirar as camadas. Libertar-se das vozes interiores condicionadas. É tomar consciência das crenças e condicionamentos introjetados, inconscientemente, que marcam nossa trajetória, moldando nosso ego, nossa persona.

Minha jornada foi longa. Em 2009, quarenta dias caminhando, refletindo e tendo insights nos caminhos de Compostela na Espanha. Em 2010, dez meses na África, o primeiro distanciamento mais longo da minha vida do Brasil, totalmente livre dos papéis atuados até então. Na África do Sul, adotei meu segundo nome, virei Glória, um primeiro contato comigo mesma do lugar de fora, de observador. Num país estrangeiro. Numa língua estrangeira. Em 2011, três meses na Índia meditando. Lá encontrei a Lila. Para ela, a vida é uma grande brincadeira. Ela brinca nos papéis da vida. A vida não é tão séria como parece. O nome espiritual simboliza uma libertação dos condicionamentos, crenças e aprisionamentos emocionais da persona, do ego.

Renasci! Desvelando, tomando consciência da minha essência. Liberta dos condicionamentos, crenças, dos emaranhados que me enredaram até então, para Ser Eu Mesma aqui e agora, inteira e total. A partir dos meus 44 anos. Nunca é tarde para ser você mesma!!

E se (Re)Fazer!!

Respirar!!

Viver!!

Ser!!

Parque Natural Montanhas de Teresópolis

Pedra da Tartaruga.

Belo passeio para uma manhã de outono ou primavera, estações propícias à prática de montanhismo. A Pedra da Tartaruga é acessível por uma trilha leve, um pouco íngreme, de 30 minutos da caminhada.

A porta de entrada é o Parque Natural Municipal Montanhas de Teresópolis, cujo acesso se dá pela estrada da Posse, na Cascata do Imbuí. Seguindo as placas na estrada chega-se até a entrada do parque.

No platô, uma vista espetacular das montanhas e da cidade de Teresópolis. Pode-se observar o voo dos pássaros ou simplesmente contemplar a natureza. Fazer rapel. Acampar. No platô, há mesas de piquenique para um belo café da manhã.

Para os mais preparados, com mais 40 minutos de caminhada é possível chegar ao cume da Pedra do Camelo.

Pedra do Camelo

Teresópolis é a capital do montanhismo brasileiro. Vale a pena se aventurar por suas inúmeras trilhas, desbravando suas belezas. Não se esqueça de contratar um guia ou se associar a um clube de montanhismo. Em Teresópolis, procure o Centro Excursionista Teresopolitano.

Fotos by IPhone.

Espanha

Palácio Real. Madrid.

Palácio Real. Madrid.

Catedral de Almudena. Madrid.

Catedral de Almudena. Madrid.

Toledo.

Toledo.

Toledo.

Toledo.

Córdoba.

Córdoba.

Sevilha.

Granada.

Granada.

Alhambra.

Alhambra.

Alhambra.

Alicante.

Alicante.

Alicante.

Valência.

Valência.

Valência.

Pueblo Español. Barcelona.

Parque Güell. Barcelona.

Parque Güell. Barcelona.

Sagrada Família. Barcelona.

Sagrada Família. Barcelona.

Sagrada Família. Barcelona.

Sagrada Família. Barcelona.

Perambular pelas ruas de Madrid e Barcelona até se perder e encontrar de novo é maravilhoso! Visita obrigatória em Madrid é o museu do Prado. Reserve um dia inteiro para visita. Há muitas obras para apreciar. Para evitar filas, compre pelo site http://www.ticketea.com. No dia seguinte, andar de ônibus turístico, parando nos pontos turísticos escolhidos. Parada obrigatória é a Plaza Mayor, onde diversos restaurantes oferecem o menu do dia entre 10 a 15 euros. Da Plaza Mayor, vale uma esticadinha até a Catedral de Almudena, que é perto dali. Comer uma “tapa” (petisco) no Mercado São Miguel também é uma opção, ao lado da Plaza Mayor.

Toledo, que fica cerca 1 hora de Madrid, também é visita mandatória. A cidade fica no alto de um morro. Tem-se acesso a Toledo por meio de extensas escadas rolantes, que levam ao topo do morro.

Depois, viajamos de ônibus para a região de Andaluzia, onde passamos um dia em cada cidade: Córdoba, Sevilha, Granada, passando ainda por Alicante e Valência. Até chegar à charmosa Barcelona.

Barcelona também dispõe de ônibus turístico que corta toda a cidade. Visita imperdível é visitar por dentro a Sagrada Família. É magnífico! Em comemoração ao centenário da morte de Gaudí, a finalização da construção da Sagrada Família está prevista para 2.026.

Nos arredores de Barcelona, há passeios lindos como a cidade de Girona, a montanha de Montserrat. A empresa Catalunya Bus Turistic fazem passeios diários aos arredores de Barcelona. Compre antecipadamente pelo site http://www.catalunyabusturistic.com.

Portugal

Mosteiro dos Jerônimos. Lisboa.

Torre de Belém. Lisboa.

Sintra.

Santuário de Fátima.

Porto.

Guimarães.

Região do Vale do Douro.

Lamego.

Castelo Branco.

Castelo Branco.

Évora.

Rodamos de Lisboa até o norte de Portugal, passando pela região do Vale do Douro, descendo para a região do Alentejo.

Em Lisboa, ficamos 2 dias. Resolvemos perambular de ônibus turístico vermelho que leva aos principais pontos turísticos. É mais caro que metrô, mas é mais confortável. Além de permitir apreciar a cidade do topo do ônibus jardineira. Descemos na Torre de Belém, Mosteiro dos Jerônimos, onde visitamos a igreja, e Praça do Comércio, onde saboreamos o famoso bolinho de bacalhau recheado com queijo da Serra da Estrela. A praça do Comércio é porta de entrada da rua Augusta, em cujo início está o Arco do Triunfo. Caminhar pela rua Augusta, apreciando suas lojas de souvenir e confeitarias, rende uma tarde aprazível. Comer um pastel de nata com cafezinho é obrigatório.

Recortes de Cuba

Hasta la victoria siempre

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Varadero

Conhecemos Havana, Varadero, Trinidad e Santiago de Cuba. Havana é a capital do país. Trinidad fica a 4 horas de carro de Havana. A praia de Varadero, com suas águas cristalinas, a 2 horas de carro de Havana. E Santiago de Cuba, no leste da ilha, a uma hora de avião.

Sempre desejei visitar Cuba, com Fidel Castro ainda vivo, para conhecer a realidade do socialismo. Isto não foi possível, quando fui, Fidel já tinha morrido, e a ilha estava sob comando de Raul Castro.

Eu me decepcionei com o socialismo cubano. Muita pobreza. Muita precariedade. Pedintes nas ruas. Carros velhos da década de 50, sem condições de circular. O sistema não valoriza o esforço pessoal. Para se ter uma ideia, o salário mínimo é em torno de 20 dólares. Cerca de 80 reais. E os médicos cubanos ganham em torno de 30 dólares. Cerca de 100 reais. A profissão mais rentável na ilha é o taxista, que cobra 40 dólares do aeroporto internacional de Havana para o centro.

Minha decepção com o socialismo em Cuba não significa que me tornei uma defensora do capitalismo neoliberal. Todos sabemos de suas mazelas: desigualdade social, concentração de renda. Sou a favor do Estado do Bem Estar Social, onde o Estado intervém na economia, garantindo padrões mínimos de educação, saúde, habitação, renda e seguridade social a todos os cidadãos, a exemplo dos países europeus.

Agora, os cubanos são super receptivos e acolhedores. A música cubana é fantástica. E os restaurantes para turistas não deixam nada a desejar. Não deixe de visitar o La Bodeguita del Medio, em Havana velha e beber um mojito, apreciando a música cubana ao vivo.

Viajamos em um grupo de fotógrafos com Walter Firmo. Voei para Cuba de Copa Airlines.

Aventura na Namíbia

Trajeto que atravessa o deserto do país dura 20 dias e proporciona paisagens em estado bruto

Michelle Glória – Especial para O GLOBO

Publicado em 26 de março de 2015 no jornal O Globo.

CIDADE DO CABO – Atravessar o deserto da Namíbia até o Victoria Falls National Park, no Zimbábue, a bordo de um caminhão, acampando ao longo do trajeto e dormindo, a cada noite, em um lugar diferente em profundo contato com a natureza da África austral. Durante 20 dias, embarcamos numa aventura daquelas que não se esquece.

O ponto de partida é a Cidade do Cabo, na África do Sul. Operadoras de viagem locais oferecem diferentes roteiros pelo sul do continente africano a bordo de um truck, que na verdade em nada se assemelha a um caminhão, mas, sim, a um ônibus adaptado com tração 4×4 e superconfortável.

Uma aventura com segurança e autenticidade, em que você observa os animais em seu habitat natural, a natureza em estado bruto.

Durante a viagem, para se sentir um pouco mochileiro, ajuda-se a preparar a comida, cortando os vegetais, carne etc. à moda do chefe-guia. Também lavamos os pratos, montamos e desmontamos a barraca todos os dias. Não foi tão moleza assim. Mas fizemos tudo isto a bordo do confortável truck. Além do que, as barracas também eram bem espaçosas para duas pessoas. Um luxo.

Eu diria que viajar num truck é aventurar-se em alto estilo. Não se negocia preço, confere horário de ônibus, procura restaurante etc. Só lhe é “exigido” sentar na poltrona e apreciar a esplêndida paisagem pela janela.

A odisseia começa na praça Greenmarket, no centro da Cidade do Cabo. Parte-se cedo. Subimos pela costa oeste desde a Cidade do Cabo, na África do Sul, até Walvis Bay, na Namíbia. São três dias até a primeira parada turística com paisagem de tirar o fôlego: o monumental cânion Fish River, o segundo maior da África, de clima semidesértico, já no território da Namíbia. As temperaturas da região oscilam entre 48°C de dia e 30°C à noite, no período de outubro a março; e entre 20°C e 0°C, respectivamente, de abril a setembro.

UM ESPETÁCULO EXÓTICO                                                                      

Na manhã seguinte, depois do delicioso café preparado pelo guia, que ao mesmo tempo é chef, desmontamos acampamento, e seguimos viagem para uma das espetaculares obras da natureza: o deserto da Namíbia, com suas ondulações do mar de dunas e matizes da cor ocre ao bege claro. O ponto auge da viagem. Um esplendoroso e exótico espetáculo.

No dia seguinte, antes mesmo do alvorecer, o grupo sobe com lanternas até o topo da Duna 45, para ver o sol nascer na linha do horizonte. Presenciamos, então, a imagem de uma bola de fogo laranja-avermelhada, que se ergue no céu africano.

No sexto dia, cruzamos o Trópico de Capricórnio. Chegamos à bucólica cidade costeira de Walvis Bay e encontramos flamingos emoldurando o pôr do sol.

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Depois, temos um dia livre, segundo a programação da agência, que nos oferece atividades opcionais como: saltar de paraquedas, andar de quadriciclo motorizado (quad biking), sand boarding, sobrevoo e pescaria, entre outras atividades. Mas o visitante também pode simplesmente relaxar à beira-mar. De Walvis Bay na Namíbia partimos para o interior da África, em direção à impressionante Cataratas Vitória, no Zimbábue.

BOTSWANA E ZIMBÁBUE: COM MEDO DE ENCONTRAR UM DOS BIG FIVE

Durante a travessia pela África Austral, em que passamos por quatro países, visitamos a tribo Himba, fizemos safáris em dois parques nacionais: não apenas o de Etosha, na Namíbia, como o de Chobe, em Botswana.

E foi aí, em Botswana, o ponto alto nessa segunda fase da nossa viagem: o inesquecível camping no Delta do Okavango, quando foi a vez de fazer o safári a pé.

Na África do Sul, tínhamos saltado de bungee jumping, mas o máximo da adrenalina da viagem foi mesmo esse safári a pé. Afinal, estávamos diante da expectativa de encontrar um ou algum dos Big Five — búfalo, elefante, leopardo, leão e rinoceronte — em plena selva africana.

No delta, acampamos sob árvores frondosas, dormindo no meio da savana africana. Passamos três dias e duas noites à margem do Rio Okavango. À noite, sentíamos certo medo de sair da barraca. E se encontrássemos um leão ou um bufálo?! Preferia esperar o amanhecer.

Ao mesmo tempo em que deseja chegar perto dos animais, naturalmente o viajante pensa no que vai fazer se isso acontecer. A recomendação dos guias, caso isso aconteça, é não correr, olhar para eles. Felizmente, não chegamos a tanto. O máximo da tensão foi quando avistamos um búfalo, a pouquíssimos metros, entre os arbustos.

O bicho pressentiu nossa presença. Eu e meus companheiros nos entreolhamos com apreensão. Mas ele correu para o outro lado. Nunca meu coração disparara tanto. Uma experiência singular e única. E que eu recomendo.

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Adoramos todos os destaques do roteiro, exceto a visita à tribo Himba, na Namíbia, perto de Etosha, devido aos cliques das máquinas fotográficas, feitos sem a permissão dos moradores locais.

No décimo nono dia, por fim, nós alcançamos o Parque Nacional de Victoria Falls, no Zimbábue. Optamos por fazer um sobrevoo. Valeu muito ver a fumaça de água que sobe das cataratas. Lindíssimo visual, com imagens que ficam para sempre.

SERVIÇO

O pacote para tour de 20 dias sai da Cidade do Cabo, na África do Sul, e vai até as Victoria Falls National Park, no Zimbábue, atravessando o deserto da Namíbia. Para quem opta por fazer a viagem dormindo em barracas de camping, o valor do pacote é de US$ 1 mil.

Quem prefere se hospedar em pousadas todas as noites, durante a travessia, paga US$ 3.350. nomadtours.co.za

http://oglobo.globo.com/estilo/boa-viagem/aventura-na-namibia-para-observar-animais-em-seu-habitat-natural-15694545