Espanha

Palácio Real. Madrid.

Palácio Real. Madrid.

Catedral de Almudena. Madrid.

Catedral de Almudena. Madrid.

Toledo.

Toledo.

Toledo.

Toledo.

Córdoba.

Córdoba.

Sevilha.

Granada.

Granada.

Alhambra.

Alhambra.

Alhambra.

Alicante.

Alicante.

Alicante.

Valência.

Valência.

Valência.

Pueblo Español. Barcelona.

Parque Güell. Barcelona.

Parque Güell. Barcelona.

Sagrada Família. Barcelona.

Sagrada Família. Barcelona.

Sagrada Família. Barcelona.

Sagrada Família. Barcelona.

Perambular pelas ruas de Madrid e Barcelona até se perder e encontrar de novo é maravilhoso! Visita obrigatória em Madrid é o museu do Prado. Reserve um dia inteiro para visita. Há muitas obras para apreciar. No dia seguinte, andar de ônibus turístico, parando nos pontos turísticos escolhidos. Parada obrigatória é a Plaza Mayor, onde diversos restaurantes oferecem o menu do dia entre 10 a 15 euros. Da Plaza Mayor, vale uma esticadinha até a Catedral de Almudena, que é perto dali. Comer uma “tapa” (petisco) no Mercado São Miguel também é uma opção, ao lado da Plaza Mayor.

Toledo, que fica cerca 1 hora de Madrid, também é visita mandatória. A cidade fica no alto de um morro. Tem-se acesso a Toledo por meio de extensas escadas rolantes, que levam ao topo do morro.

Depois, viajamos de ônibus para a região de Andaluzia, onde passamos um dia em cada cidade: Córdoba, Sevilha, Granada, passando ainda por Alicante e Valência. Até chegar à charmosa Barcelona.

Barcelona também dispõe de ônibus turístico que corta toda a cidade. Visita imperdível é visitar por dentro a Sagrada Família. É magnífico! Em comemoração ao centenário da morte de Gaudí, a finalização da construção da Sagrada Família está prevista para 2.026.

Nos arredores de Barcelona, há passeios lindos como a cidade de Girona, a montanha de Montserrat. A empresa Catalunya Bus Turistic fazem passeios diários aos arredores de Barcelona.

Portugal

Mosteiro dos Jerônimos. Lisboa.

Torre de Belém. Lisboa.

Sintra.

Santuário de Fátima.

Porto.

Guimarães.

Região do Vale do Douro.

Lamego.

Castelo Branco.

Castelo Branco.

Évora.

Rodamos de Lisboa até o norte de Portugal, passando pela região do Vale do Douro, descendo para a região do Alentejo. Fizemos tudo rodando de ônibus.

Recortes de Cuba

Hasta la victoria siempre

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Varadero

Conhecemos Havana, Varadero, Trinidad e Santiago de Cuba. Havana é a capital do país. Trinidad fica a 4 horas de carro de Havana. A praia de Varadero, com suas águas cristalinas, a 2 horas de carro de Havana. E Santiago de Cuba, no leste da ilha, a uma hora de avião.

Sempre desejei visitar Cuba, com Fidel Castro ainda vivo, para conhecer a realidade do socialismo. Isto não foi possível, quando fui, Fidel já tinha morrido, e a ilha estava sob comando de Raul Castro.

Eu me decepcionei com o socialismo cubano. Muita pobreza. Muita precariedade. Pedintes nas ruas. Carros velhos da década de 50, sem condições de circular. O sistema não valoriza o esforço pessoal. Para se ter uma ideia, o salário mínimo é em torno de 20 dólares. Cerca de 80 reais. E os médicos cubanos ganham em torno de 30 dólares. Cerca de 100 reais. A profissão mais rentável na ilha é o taxista, que cobra 40 dólares do aeroporto internacional de Havana para o centro.

Minha decepção com o socialismo em Cuba não significa que me tornei uma defensora do capitalismo neoliberal. Todos sabemos de suas mazelas: desigualdade social, concentração de renda. Sou a favor do Estado do Bem Estar Social, onde o Estado intervém na economia, garantindo padrões mínimos de educação, saúde, habitação, renda e seguridade social a todos os cidadãos, a exemplo dos países europeus.

Agora, os cubanos são super receptivos e acolhedores. A música cubana é fantástica. E os restaurantes para turistas não deixam nada a desejar. Não deixe de visitar o La Bodeguita del Medio, em Havana velha e beber um mojito, apreciando a música cubana ao vivo.

Viajamos em um grupo de fotógrafos com Walter Firmo. Voei para Cuba de Copa Airlines.

Aventura na Namíbia

Trajeto que atravessa o deserto do país dura 20 dias e proporciona paisagens em estado bruto

Michelle Glória – Especial para O GLOBO

Publicado em 26 de março de 2015 no jornal O Globo.

CIDADE DO CABO – Atravessar o deserto da Namíbia até o Victoria Falls National Park, no Zimbábue, a bordo de um caminhão, acampando ao longo do trajeto e dormindo, a cada noite, em um lugar diferente em profundo contato com a natureza da África austral. Durante 20 dias, embarcamos numa aventura daquelas que não se esquece.

O ponto de partida é a Cidade do Cabo, na África do Sul. Operadoras de viagem locais oferecem diferentes roteiros pelo sul do continente africano a bordo de um truck, que na verdade em nada se assemelha a um caminhão, mas, sim, a um ônibus adaptado com tração 4×4 e superconfortável.

Uma aventura com segurança e autenticidade, em que você observa os animais em seu habitat natural, a natureza em estado bruto.

Durante a viagem, para se sentir um pouco mochileiro, ajuda-se a preparar a comida, cortando os vegetais, carne etc. à moda do chefe-guia. Também lavamos os pratos, montamos e desmontamos a barraca todos os dias. Não foi tão moleza assim. Mas fizemos tudo isto a bordo do confortável truck. Além do que, as barracas também eram bem espaçosas para duas pessoas. Um luxo.

Eu diria que viajar num truck é aventurar-se em alto estilo. Não se negocia preço, confere horário de ônibus, procura restaurante etc. Só lhe é “exigido” sentar na poltrona e apreciar a esplêndida paisagem pela janela.

A odisseia começa na praça Greenmarket, no centro da Cidade do Cabo. Parte-se cedo. Subimos pela costa oeste desde a Cidade do Cabo, na África do Sul, até Walvis Bay, na Namíbia. São três dias até a primeira parada turística com paisagem de tirar o fôlego: o monumental cânion Fish River, o segundo maior da África, de clima semidesértico, já no território da Namíbia. As temperaturas da região oscilam entre 48°C de dia e 30°C à noite, no período de outubro a março; e entre 20°C e 0°C, respectivamente, de abril a setembro.

UM ESPETÁCULO EXÓTICO                                                                      

Na manhã seguinte, depois do delicioso café preparado pelo guia, que ao mesmo tempo é chef, desmontamos acampamento, e seguimos viagem para uma das espetaculares obras da natureza: o deserto da Namíbia, com suas ondulações do mar de dunas e matizes da cor ocre ao bege claro. O ponto auge da viagem. Um esplendoroso e exótico espetáculo.

No dia seguinte, antes mesmo do alvorecer, o grupo sobe com lanternas até o topo da Duna 45, para ver o sol nascer na linha do horizonte. Presenciamos, então, a imagem de uma bola de fogo laranja-avermelhada, que se ergue no céu africano.

No sexto dia, cruzamos o Trópico de Capricórnio. Chegamos à bucólica cidade costeira de Walvis Bay e encontramos flamingos emoldurando o pôr do sol.

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Depois, temos um dia livre, segundo a programação da agência, que nos oferece atividades opcionais como: saltar de paraquedas, andar de quadriciclo motorizado (quad biking), sand boarding, sobrevoo e pescaria, entre outras atividades. Mas o visitante também pode simplesmente relaxar à beira-mar. De Walvis Bay na Namíbia partimos para o interior da África, em direção à impressionante Cataratas Vitória, no Zimbábue.

BOTSWANA E ZIMBÁBUE: COM MEDO DE ENCONTRAR UM DOS BIG FIVE

Durante a travessia pela África Austral, em que passamos por quatro países, visitamos a tribo Himba, fizemos safáris em dois parques nacionais: não apenas o de Etosha, na Namíbia, como o de Chobe, em Botswana.

E foi aí, em Botswana, o ponto alto nessa segunda fase da nossa viagem: o inesquecível camping no Delta do Okavango, quando foi a vez de fazer o safári a pé.

Na África do Sul, tínhamos saltado de bungee jumping, mas o máximo da adrenalina da viagem foi mesmo esse safári a pé. Afinal, estávamos diante da expectativa de encontrar um ou algum dos Big Five — búfalo, elefante, leopardo, leão e rinoceronte — em plena selva africana.

No delta, acampamos sob árvores frondosas, dormindo no meio da savana africana. Passamos três dias e duas noites à margem do Rio Okavango. À noite, sentíamos certo medo de sair da barraca. E se encontrássemos um leão ou um bufálo?! Preferia esperar o amanhecer.

Ao mesmo tempo em que deseja chegar perto dos animais, naturalmente o viajante pensa no que vai fazer se isso acontecer. A recomendação dos guias, caso isso aconteça, é não correr, olhar para eles. Felizmente, não chegamos a tanto. O máximo da tensão foi quando avistamos um búfalo, a pouquíssimos metros, entre os arbustos.

O bicho pressentiu nossa presença. Eu e meus companheiros nos entreolhamos com apreensão. Mas ele correu para o outro lado. Nunca meu coração disparara tanto. Uma experiência singular e única. E que eu recomendo.

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Adoramos todos os destaques do roteiro, exceto a visita à tribo Himba, na Namíbia, perto de Etosha, devido aos cliques das máquinas fotográficas, feitos sem a permissão dos moradores locais.

No décimo nono dia, por fim, nós alcançamos o Parque Nacional de Victoria Falls, no Zimbábue. Optamos por fazer um sobrevoo. Valeu muito ver a fumaça de água que sobe das cataratas. Lindíssimo visual, com imagens que ficam para sempre.

SERVIÇO

O pacote para tour de 20 dias sai da Cidade do Cabo, na África do Sul, e vai até as Victoria Falls National Park, no Zimbábue, atravessando o deserto da Namíbia. Para quem opta por fazer a viagem dormindo em barracas de camping, o valor do pacote é de US$ 1 mil.

Quem prefere se hospedar em pousadas todas as noites, durante a travessia, paga US$ 3.350. nomadtours.co.za

http://oglobo.globo.com/estilo/boa-viagem/aventura-na-namibia-para-observar-animais-em-seu-habitat-natural-15694545

A Mulher e a Morte

“Olha-se no espelho e se odeia. Olha-se no espelho e gosta do que vê. No espelho ora se reconhece, ora sente estranhamento. Tem vontade de chorar. Sente a fúria do destino. O espelho reflete a mulher que para ele olha, mas reflete também o mundo e o outro, no qual ela se espelha, e que, por sua vez, espelha-se nela. Tudo vai se espelhando e e já não é possível saber quem é ela, quem sou eu e quem é você. O velho triste é hipnotizado pelo espelho do elevador, assim como a criança sardenta e como ela, que retoca o batom. Seria somente vaidade?

Ela não é a primeira, nem será a última, dela já nasceu outra, que mesmo pequena sabe que é mulher. É noite, faz frio, ela está sozinha deitada na cama. Pariu, sofreu, tem alma. Do que sabia Aristóteles? De poética e Filosofia? Ela aprendeu a ler, mas aquela escritora, um século atrás, foi impedida de entrar na biblioteca. A razão? Era mulher. Ainda é noite, escura, mas ela já pode votar. Mulheres escrevem livros sem ter de usar pseudônimos. Ela nasceu com direitos já conquistados. Estudou matemática, leu filósofos, prosadores e poetas, tirou boas notas, passou de ano, tem bacharelado, mestrado e doutorado. Casou-se, criou os filhos, divorciou-se e voltou a se casar. Trabalha, paga suas contas, mas gosta quando a convidam para jantar. Faz ginástica, regime e aplicações de Botox. No meio do caminho tinha uma pedra. É difícil ser mulher? É difícil ser mulher sem cintura fina e a juventude ao lado? Ela crava os olhos no espelho. A mocidade vai embora, a beleza vai embora, o vigor vai embora. Só quem não vai embora é a morte.

Mas sem a consciência da morte não existe vida, nem reflexo no espelho que garanta a ela estar viva, com todas as possibilidades que ali se espelham, transfiguram e produzem, fazendo com que o agora, o instante-já, seja a eternidade.

E com a morte, qual o destino da sua consciência? A total inconsciência? Essas concepções, essas crenças sobre ressurreição, reencarnação são meros artifícios cujo objetivo é nos tornar menos solitários, ou infelizes, ou temerosos. Na verdade, a morte é o começo e o fim de tudo basta olhar no espelho.”


Por Paula Parisot, escritora brasileira.

Revista O Globo, 27 de julho de 2014.

Reflexo. África do Sul. Dezembro 2010.

Meu Bairro

Emocionante voltar à Granja Guarani depois de cinco anos da minha pesquisa de mestrado, de 2006 a 2008, com adolescentes das comunidades do bairro.

Após dois anos fora do Brasil, perdi o contato com os adolescentes. O jornalista Cesar Rodrigues, ex-morador da Granja Guarani, me encontrou pela Internet e me contou das boas novas. A Associação dos Moradores e Amigos da Granja Guarani (AMAGG) cresceu e se fortaleceu, obtendo reconhecimento, em 2013, como associação de utilidade pública pelo Legislativo local. E me informou, também, que fui a pesquisadora pioneira, tendo sido realizadas outras pesquisas científicas, inclusive de universidade do exterior. Notícias que me deixaram muito contente, em saber dos avanços do bairro rumo à inclusão cidadã.

Minha relação com a Granja Guarani começou com a mudança da minha mãe, em 2003, do bairro Inhaúma, no Rio de Janeiro, para o bairro Comari, em Teresópolis, vizinho às comunidades populares da Granja Guarani.

Passava ali de carro, sempre olhava o pulsar da comunidade e pensava em um dia desenvolver um trabalho social com adolescentes. Fase de grandes mudanças e desafios na vida de um ser humano. A formação da identidade. A descoberta de si. O preâmbulo da vida adulta. Escolhas profissionais. Múltiplas possibilidades e caminhos a seguir. Inseguranças sobre o futuro.

Como fotógrafa, minha contribuição foi a partir do aparato da máquina fotográfica permitir que os adolescentes fotografassem si mesmos e o seu bairro – espaço de construção de subjetividades, de sentimentos de pertencimento e adequação-, desvelando aspectos positivos e também negativos da vida nas comunidades populares, no contexto da sociedade brasileira.

O cerne da pesquisa foi a exclusão simbólica de moradores de bairros populares, em razão do preconceito social, e seus reflexos na autoimagem e na autoestima dos adolescentes. O objetivo da pesquisa foi ressaltar os aspectos positivos da vida comunitária de modo a enfatizá-los para os próprios adolescentes participantes da pesquisa, para os moradores, tecendo, registrando a história visual, construindo o autorretrato do bairro. Apresentá-los para os não-moradores, para a sociedade local, de modo a desvelar a singularidade do bairro, afastando a névoa dos “pré-conceitos” – intrínsecos ao desconhecido.

Sinto-me à vontade para falar sobre esse tema “preconceito social”, por também já ter estado neste lugar, nessa posição de adolescente moradora de bairro excluído simbolicamente. Sou nascida e criada em Inhaúma, no subúrbio do Rio de Janeiro. Muito comum ouvir a palavra “suburbana” em tom depreciativo, até os dias atuais.

Posso dizer, na primeira pessoa da narrativa, que o preconceito fere a alma e, por consequência, a percepção de nós mesmos. E na adolescência, esta violência simbólica-psicológica tem um peso especial, porque é um momento delicado da vida. Precisamos ser confiantes, determinados, quase obstinados para superar os obstáculos e adversidades, principalmente, os adolescentes de camadas sociais desfavorecidas. É preciso muita autoconfiança. É preciso muita autoestima. Determinação. Obstinação. Superação.

Por isso, a escolha em desenvolver um trabalho de inclusão visual com adolescentes de bairros populares, em posição de desvantagem, material e simbólica, em relação aos adolescentes de camadas altas da sociedade brasileira. Uma forma de contribuir para enfatizar para eles mesmos os aspectos positivos de suas vidas, construindo e consolidando esse olhar positivo, que se materializa no suporte do papel fotográfico, nos blogs e redes sociais. Ao meu ver, fundamental para a autoestima dos adolescentes, para a autoimagem dos seus moradores. Fundamental para retirar o véu do preconceito e desconhecimento que separam os moradores de bairros populares e de bairros abastados, em prol de um mundo com respeito às diferenças.

Principalmente, para os protagonistas deste espaço social contarem as suas histórias a partir dos seus olhares.

E construir em seus imaginários sentimentos de mobilidade e inclusão social. Inclusão cidadã. De exercício de Cidadania.

Dissertação de mestrado: 

Austrália

Vinte dias pela costa leste da Austrália de Melbourne a Cairns. Paradas de 2 a 3 dias em cada cidade. Corrido. Mas na medida para conhecer a beleza natural e sentir um pouco da atmosfera de cada cidade, de Melbourne, ao sul, até a Grande Barreira de Corais, em Cairns, ao norte da costa leste.

Os “Dozes Apóstolos” estão, sem dúvida, entre uma das maravilhas da Terra. Esculturas monumentais e únicas da natureza. Apesar de distar da famosa rota da Golden Coast, vale voar até lá, para quem chega na Austrália por Sidney. Três dias em Melbourne são suficientes. Um dia para fazer o tour da “Gran Ocean Road” e “Doze apóstolos”. Outro dia para ver os pinguins da ilha Phillip. E mais um dia para perambular por Melbourne.

Para subir a costa leste, sugiro voar de Melbourne até Sidney ou Byron Bay. E de lá, comprar um bilhete de ônibus até Cairns. O bilhete permite parar durante o trajeto e permanecer dias na cidade. É só programar as cidades de parada. O preço do trecho Sidney-Cairns é o mesmo, independentemente do número de paradas.

Meus lugares favoritos na costa leste foram: 1) Byron Bay, por suas praias de águas cristalinas e extensa facha de areia branca, além do visual cinematográfico do farol, onde se pode avistar golfinhos, e o clima Woodstock de Byron, lá se respira o ar do movimento hippie dos anos 70; 2) as ilhas Whitsundays, a minha favorita, imperdível (!), passeio de 2 dias com pernoite no barco, a cidade base é Arlie Bay Beach; 3) a Grande Barreira de Corais de Cairns, o mergulho de cilindro é obrigatório.

Para se despedir da Austrália, obrigatória a visita à magnificente “Opera House” em Sidney, o cartão postal da Austrália.

Quem leva: http://www.backpackerworldtravel.com

De avião: http://www.jetstar.com

De ônibus: http://www.greyhound.com

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Doze Apóstolos

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Ilha Fraser

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Koala

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Ilha Whitsunday

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Cairns, Grande Barreira de Corais

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Campo base do Everest

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Everest 2

Everest 3

Everest 5

Everest 6

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