Corredor Austral

A magia do Corredor Austral

Michelle Glória

Matéria publicada no Jornal do Brasil de 3/out/2004.

EL CHALTÉN, ARGENTINA – ”Rio 40º graus, purgatório da beleza e do caos.” Assim, Fernanda Abreu nos proclama. Mas que tal trocar, no próximo verão, as praias lotadas pelas inóspitas geleiras continentais? Na ponta da América do Sul, encontra-se o Parque Nacional de Los Glaciares – coração da Patagônia Austral. Lugar onde é possível vivenciar a força da natureza selvagem. Os ventos sopram com vigor. A paisagem é exuberante e plácida. Cenário ideal para quem possui o espírito aventureiro e deseja transcender o material.

Divididas entre o Chile e a Argentina, as paisagens do Corredor Austral – caminho turístico entre El Chaltén e Ushuaia, ambas cidades da Patagônia Argentina, formam um roteiro singular. No contraste entre o verde da mata, o branco das geleiras, o ocre dos campos áridos e o azul do céu, um cenário de sonho descortina-se diante dos olhos do visitante de espírito aventureiro. Entre caminhadas leves e pesadas, translados de barco e ônibus e pausas para recomposição das energias, leva-se entre 15 e 20 dias para cumprir o trajeto.

O Parque Nacional de Los Glaciares, ponto de partida da jornada, criado em 1937, abrange uma área de 724 mil hectares e possui 356 glaciares. Em 1981, foi declarado pela Unesco Patrimônio Natural da Humanidade. Assim, com a preservação da natureza local, futuras gerações poderão apreciar a esplendorosa beleza da região.

A estação do ano propícia para se visitar a Patagônia é o verão, época em que o clima é ameno. A temperatura média é de 19º C. Já no inverno, o ponteiro não deixa de registrar temperaturas negativas. Outro fator decisivo é a duração dos dias. No verão, o sol nasce por volta das 5h30 e despede-se em torno das 23h. São quase 18 horas de luz! No inverno, ocorre o inverso. As noites são longas e os dias, curtos – apenas oito horas de luminosidade solar.

El Calafate, na província argentina de Santa Cruz, é a porta de entrada para se mergulhar nos circuitos insólitos e mágicos dos glaciares. Além das rotas terrestres, é possível chegar à cidade pelo aeroporto internacional, inaugurado em 2000. Várias agências de turismo operam na cidade com diversificados roteiros – dos convencionais aos de aventura. São oferecidas excursões, desde translados para pontos turísticos até caminhadas com guias especializados sobre o gelo. Cavalgadas, observação de aves, pesca, turismo rural, navegação pelos canais das geleiras… Essas são algumas das diversas opções de programas usuais nas redondezas.

Cidadezinha pitoresca e charmosa, El Calafate concentra todo seu agito em uma única avenida repleta de flores coloridas, típicas da região. Lá estão os restaurantes, cafés, sorveterias, lojas de suvenir, artigos de montanhismo, agências de turismo. Não se pode deixar de provar o sorvete de Calafate, fruto de sabor exótico que originou o nome da cidade. A poucos minutos do centro, o cenário transfigura-se. Casas rústicas, povo simples, o horizonte sem fim e a imensidão de natureza intocada invadem a visão. Inimaginável pensar na existência de um lugar tão longínquo que reúna características tão diversas: a modernidade dos centros urbanos e a rusticidade do campo. Pura graciosidade!

Cerro Torre

Atmosfera de aventura ronda o cenário ermo

O povo de semblante com fortes traços dos seus ancestrais – os aborígenes patagônicos -, o céu encoberto por nuvens cinzas e o vento a rasgar o vazio das ruas esboçam a atmosfera de Puerto Natales, cidade chilena austral. A viagem de ônibus entre El Calafate, na Argentina, a Puerto Natales, já no Chile, também tem sabor de aventura: dura um dia, chacoalhando nas estradas de poeira e cascalho.

A cidade é a porta de acesso às ermas trilhas do Parque Nacional Torres del Paine. O clima de Puerto Natales já sinaliza o que vem pela frente: paisagens inóspitas, áridas, ventos ferozes – a força incontrolável da natureza. A atmosfera de aventura ronda o cenário – que chega a lembrar as cidades-fantasmas do Velho Oeste americano, só que, na Patagônia, a paisagem é cercada de picos nevados.

Desbravar alguns dos recantos mais remotos das Américas é uma experiência que nos remete à época das grandes navegações – em que o mundo velho estava em busca do novo -, das viagens científicas naturais – em que se procurava coletar informações da natureza e espécies desconhecidas.

Cerro Torre ao fundo.

No Parque Nacional Torres del Paine – Patagônia chilena -, é possível reviver a odisséia dos desbravadores de séculos atrás. A Patagônia Austral foi palco da intrepidez humana, no intuito de desvendar os mistérios do sul do planeta – corsários, missionários e naturalistas foram atraídos para lá. Muitas foram as expedições frustradas – naufrágios, exploradores perdidos e mortos.

Aventura – Caminhar quatro dias, com um mapa e uma bússola na mão, explorando o diferente, deparando-se com paisagens inusitadas no imaginário brasileiro faz-nos embeber a alma de perplexidade, conquista e encantamento.

Quem deseja vivenciar um pouquinho tais experiências exploratórias, nada melhor que caminhar pelas trilhas do Parque Nacional Torres del Paine, no Chile. O Parque, criado em 1959, foi declarado pela Unesco em 1978 Reserva Mundial da Biosfera. Possui uma área de 242 mil hectares, onde se encontram dois grandes e famosos monumentos naturais: as Torres del Paine e os Cuernos del Paine. Para admirar essas maravilhas, sentindo-se um desbravador, o ideal é fazer o clássico Circuito W (leia matéria nas páginas 4 e 5) sonho que vagueia as mentes dos apaixonados pelo trekking do mundo todo.

Um pouco de história

Glaciar Perito Moreno

O explorador argentino, geógrafo e paleontólogo Perito Moreno – que deu o nome ao mais famoso glaciar na Patagônia, tinha 21 anos quando fez sua primeira viagem às terras austrais, em 1873. Desde menino, interessava-se por fósseis, colecionava pedras vistosas, recolhidas nas beiras dos riachos que recortavam as ruas de Buenos Aires. Sua primeira expedição foi proveitosa. Perito descobriu crânios e objetos de pedras, úteis aos estudos dos indígenas patagônicos. A viagem inicial foi só o prenúncio de muitas outras que se sucederam, cada vez mais longas. Uma de duas maiores ações patrióticas foi o desenlace do litígio com o Chile, a favor da Argentina, sobre limites fronteiriços na Cordilheira dos Andes. Uma crença popular: o “P” de Perito Moreno advém do nome de batismo Francisco Pascasio Moreno, que mais tarde virou Perito – de homem experto, sábio, perito!

Na terra dos pinguins, claro, faz um frio…

PUNTA ARENAS, CHILE – Punta Arenas, no Chile, à margem do Estreito de Magalhães, é um grande centro urbano nas terras austrais. Possui até uma zona franca e um movimentado shopping. A pequena metrópole patagônica, onde se chega a partir de Puerto Natales em viagens de ônibus que duram uma tarde, surgiu em virtude da exploração de gás natural.

Devido ao clima muito frio e inóspito, a vida transcorre a portas e janelas fechadas. Casas coloridas, de madeira e chapa metálica, rústicas e sofisticadas, dão a face da cidade. Incrível é acreditar que os casebres não sucumbam aos fortes ventos que sopram por lá.

Aliás, Punta Arenas é a cidade dos ventos constantes – e cortantes! No verão, atingem a velocidade de 30 a 40 km/h. Às vezes, passam dos 100 km/h. Arrisque-se a andar pelas ruas da cidade: enquanto os desacostumados cambaleiam de um lado para o outro ao sabor dos ventos potentes, os residentes caminham tranqüilamente. Chega a ser engraçado.

Do mirador (um mirante) Cerro La Cruz, telhados de tons vermelhos, azuis e amarelos formam um belo mosaico. Ao fundo, o Estreito de Magalhães e, a despontar no horizonte, a silhueta sinuosa da Tierra del Fuego.

Punta Arenas é o melhor lugar para ver pingüins de toda a Patagônia. A Isla Magdalena – onde concentram-se as maiores colônias dessas simpáticas aves – foi declarada, pelo Chile, Monumento Natural de Los Pinguinos, em 1982. A ilha está no meio do Estreito de Magalhães. Não raras vezes, com os ventos bravios, a marinha proíbe a navegação. Daí, a opção é pegar um ônibus até as Pingüineras de Seno Otway – região costeira. Lá, embora em pouca quantidade, já é possível perceber a serenidade dessas aves encantadoras. Muito importante: feche todos os zíperes do casaco! Como não poderia deixar de ser: na casa dos pingüins, faz um frio danado…

Circuito W, uma passarela para novos exploradores

PUERTO NATALES, CHILE – O chamado Circuito W é composto por trilhas que se ligam e, quando traçadas no mapa topográfico, assemelham-se à forma da letra W. O circuito dura de quatro a cinco dias, dependendo do ritmo da caminhada. O ponto tradicional de partida é no Refúgio Las Torres, já dentro do Parque Nacional Torres del Paine. Para chegar até lá, pode-se tomar um microônibus na portaria Laguna Amarga ou ir a pé – cerca de uma hora e meia de caminhada. Optar pelo veículo permite iniciar o circuito no primeiro dia. No Refúgio Las Torres, largue a mochila-carga (pesada), pegue a de ataque (leve), abasteça-a com sanduíches, barras de cereais, água, chocolate e outros energéticos – acredite, você vai precisar!

PRIMEIRO DIA

A trilha do primeiro dia – perna direita do W – é árdua. São quatro horas de subida íngreme, entrecortada com raros terrenos planos e aclives suaves. O trecho mais brando, encravado na colina da montanha, margeia do alto o belo Rio Ascensio. Depois desse refresco, o desnível arriba é acentuado. Daí até a base das Torres del Paine, a trilha, bem escarpada, transforma-se num pula-pedra – brincadeira de gente grande. É necessário ter cuidado.

O desgaste físico é amenizado com o quadro inimaginável do lago verde-turquesa no pé das torres esculturais. O deslumbramento é ainda maior quando a razão se dá conta que esse cenário encontra-se no topo de uma montanha. É quase surreal. É mágico! É divino! O silêncio do lugar, por vezes levemente interrompido pelo soprar dos ventos, transmite uma paz ao espírito, acalmando a inquietude da natureza humana.

SEGUNDO DIA

Torres Del Paine.

Amanhecer no Refúgio Las Torres, olhando de longe o cume das Torres del Paine, faz relembrar os momentos inesquecíveis do dia anterior. Ao mesmo tempo, o olhar se despede delas com satisfação e alegria. No segundo dia, o terreno é pouco acidentado. A trilha segue ao lado do Lago Nordenskjöld. Quase cinco horas de caminhada deleitando-se com a cor azul-turquesa do lago. No entardecer, chega-se à base de los Cuernos del Paine. Suntuoso!

À noite, no Refúgio Los Cuernos, aproveite para degustar um bom vinho chileno. Inacreditável, mas é verdade! Os mantimentos vêm carregados pelas trilhas. Melhor ainda é saborear o vinho imerso numa torre de Babel. São pessoas de todos os cantos do mundo- espanhóis, franceses, alemães, israelenses e de muitas outras partes do mundo. Difícil é ouvir um som familiar – raras vezes encontra-se um brasileiro por lá.

TERCEIRO DIA

No terceiro dia, caminham-se duas horas até o acampamento italiano – onde inicia a perna central do W. Quem leva barraca, pode montar acampamento, deixar a mochila-carga e levar a leve. A trilha é pelo Valle del Frances. Nesse trecho, as montanhas estão cobertas de neve eterna. É comum nevar, mesmo no verão. Com o mau tempo, a prudência recomenda não continuar a caminhada e esperar no acampamento as condições climáticas melhorarem.

A Natureza é sábia, basta estar atento a seus mandamentos. É preciso ser humilde e recuar quando a adversidade é tamanha – o péssimo tempo é um indicador. É preciso deixar a audácia de lado, esquecer os esforços efetuados. E não querer domar o indomável.

Voltando do Valle del Frances, o melhor é partir logo para o Refúgio Pehoé, com duas horas de caminhada. Avistar de longe o refúgio dá a sensação de retorno ao civilizado. Lá, é possível tomar um catamarã e voltar para a cidade. Mas retornar só para aqueles com as energias esgotadas. Vale a pena passar a noite e seguir na manhã seguinte para o enigmático Glaciar Grey. Isso se a metereologia permitir. Às vezes, o mau tempo obriga a esperar um dia inteiro para continuar.

QUARTO DIA

No caminho para o Grey – perna esquerda do W-, percebe-se mais a solitude do lugar. Poucas são as pessoas que completam o Circuito W, a maioria opta por pegar o catamarã e voltar para a entrada do parque. A trilha, acidentada, margeia o Lago Grey. Durante o trajeto, avistam-se os blocos de gelo desprendidos do glaciar. As rajadas fortíssimas jogam o corpo para trás, para o lado. Proteja-se, já que cair para o lado errado pode ser fatal. De um lado montanhas, do outro o Lago Grey, pequenino, lá embaixo.

Caminha-se cerca de quatro horas e finalmente o Glaciar Grey surge para afagar as retinas. É o fim do W. Chorar, sorrir, pular de alegria. Sentimentos que se misturam, penetrando todos os poros do corpo e rincões da mente. O glaciar é majestoso, de uma beleza extravante e mágica. Fascina! Contempla-se o Grey de uma ponta do lago – um local selvagem, que nos remonta à Idade da Pedra, quando o mundo era despovoado e a natureza, bruta e intocada.

Findo o sonho, é pegar o caminho de volta e bem ligeiro. O catamarã tem hora para sair. Lá no Refúgio Pehoé, o elo com o mundo civilizado.

Los Cuernos.

Charme de Buenos Aires no fim do mundo

USHUAIA, ARGENTINA – Ushuaia – a cidade mais austral do mundo – possui o charme e glamour de Buenos Aires. Agradável surpresa. Após desbravar os recantos remotos da América, nada melhor que relaxar tomando um ”café cortado con medialunas” (em bom português, café com leite e croissants). E com o requinte portenho. As lojas, as cafeterias, os restaurantes da Calle San Martin – onde se concentra o burburinho – relembram o passear sereno pela Calle Florida, no coração da capital argentina. Uma dica imperdível: não deixe de saborear o delicioso cordeiro patagônico, acompanhado, é claro, de um bom vinho argentino (a uva malbec, tradução da nova e badalada enologia argentina, é o par perfeito para a carne suculenta e de sabor intenso). Rótulos que, aliás, nada deixam a desejar em relação aos vinhos chilenos. E detalhe: a preços ainda mais sedutores que os vizinhos do lado de lá da Cordilheira dos Andes.

A cidade está protegida por imponentes montanhas. São as últimas elevações das cordilheira. Os cumes sempre nevados fazem imaginar a cidade no inverno. Os cartões-postais mostram Ushuaia toda encoberta por um manto alvo. Deve ficar ainda mais glamourosa.

No inverno, o trekking (esporte do verão) é esquecido. Esqui, snowboard e a escalada em gelo entram em cena. E mais, é possível andar de moto de neve (uma espécie de jet ski) e trenó puxado por cães da raça husky siberiano. Uma espécie de Bariloche, mas ainda desconhecida para os brasileiros e por isso, mais exclusiva, autêntica, barata e encantadora.

Em Ushuaia, de onde partem cruzeiros para a Antártica, pingüins e lobos-marinhos em grandes grupos exibem-se para as câmeras dos turistas.

Programa imperdível é pegar um catamarã e navegar pelas águas do Canal Beagle. No verão, centenas de pingüins magalânicos, de cuello (pescoço) negro migram para aquelas águas, a fim de fazerem seus ninhos. Com sorte, pode-se avistar o corpulento e desajeitado pingüim-rei, de cuello amarillo (pescoço amarelo), comum no continente antártico.

Visitar os museus também vale a pena. É um banho de cultura patagônica. Volta-se para o Brasil, sabendo-se todas as histórias do fim do mundo: as expedições colonizadoras, a cultura dos indígenas locais, os grandes navegantes e naturalistas que passaram por lá.

Em 1831, Charles Darwin, na época um jovem estudante de Ciências Naturais, esteve nas terras mais austrais. Estava a bordo do navio Beagle, comandado pelo capitão Fitz Roy, numa viagem com fins científicos. Darwin coletou dados sobre a fauna e a flora. Anos mais tarde, as anotações do seu diário ajudaram-no a desenvolver a conhecida Teoria da Evolução das Espécies.

Para se despedir de Ushuaia com uma inesquecível imagem da cidade mais austral do planeta, nada melhor do que subir o Glaciar Martial – montanha nas vizinhanças. Pode-se caminhar até o topo ou pegar o teleférico.

No alto há um grande parque de diversões gelado onde pode-se brincar de escorregar no gelo, jogar neve ou simplesmente debruçar-se como na torre de um castelo e contemplar a bela pintura natural: Ushuaia, a cidade do fim do mundo, e o Canal Beagle, infinito!

Entre castores, zorros e pica-paus

USHUAIA, ARGENTINA – Plácida Baía Lapataia – enseada do Canal Beagle. Sua orla é repleta de conchas e pedras coloridas. A água, geladíssima – própria de uma praia austral. A trilha costeira do Parque Nacional Tierra del Fuego margeia esse belo cenário. Caminhada branda… Igual à emoção sentida, desvencilhada de adrenalina, tão comum aos programas por aquelas bandas. Ideal para um programa familiar.

Caminhar pelo parque é como um passeio no bosque. As trilhas são leves e curtas. Além do trekking, há outras opções de lazer: camping, pesca, observação de castores etc. Esses roedores foram trazidos do Canadá e introduzidos na Argentina para fomentar a indústria de peles. Não é raro surpreender-se com saltitantes coelhos europeus. Fofos, pulam, sorrateiramente, à sua frente, encantam as crianças, e não menos os adultos.

Observação da fauna – Da fauna patagônica, zorros colorados e guanacos são difíceis de se encontrar. Já o pássaro carpintero é facilmente avistado. Quando ouvir um golpear nas árvores, olhe para o lado, é ele: o pica-pau! O patagônico é todo preto, se fêmea, e de corpo preto e cabeça vermelha, se macho.

A única trilha desafiadora do parque é a subida íngreme ao Cerro Guanaco. São quatro horas até o topo por entre bosques, terrenos encharcados, campos de altitude, cascalhos, e neve. A vista? A imponente Cordilheira dos Andes.

A proximidade do parque à cidade Ushuaia e sua multiplicidade de trilhas nos fazem lembrar uma paisagem familiar. Aqui do lado de casa mesmo, a nossa Floresta da Tijuca, incrustada na Cidade Maravilhosa. Lá, bosques subantárticos. Aqui, Mata Atlântica. A diferença: o cenário. A igualdade: a natureza pulsante. Reveladora de sentimentos sublimes, universais…

Ah! América… Bruta. Extensa. Plural. De mil e uma facetas… Jovem encantadora! Que fogo em conhecê-la! Gilberto Gil e Capinam há muito já nos falaram: “Soy loco por ti, América/Soy loco por ti de amores/O fogo em conhecê-la/O fogo em conhecê-la/Soy loco por ti, América…”.

Eu e Angela, minha companheira inseparável de mochila e aventuras pelo mundo!

Na internet:

http://www.elcalafate.gov.ar

http://www.tierradelfuego.org.br

http://www.losglaciares.com

http://www.interpatagonia.com.ar

http://www.hihostels.com

Para ver a matéria do Jornal do Brasil, clique no post seguinte.

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