Amazônia Humana

Verde, Fluida e Humana

Michelle Glória*

Matéria publicada no  Jornal do Brasil de 05/dez/2004. 

Eu sou filho da terra

Aqui minha vida se encerra

Nesta paz na mata

Ninguém me mata

Ninguém faz guerra

Sou Parintinense. Enredo do boi azul Caprichoso.

Festival Folclórico do Boi de Parintins, 2004.

É assim, com músicas folclóricas, que os caboclos, os filhos da Amazônia, nos contam a sua história.

As letras transmitem um pouco o curso da vida na Amazônia: pacata à beira dos rios; florescente no tracejado das águas. O tempo do caboclo ribeirinho escoa no compasso da mãe natureza. Só de perto é possível sentir um pedacinho do modo de viver do povo da floresta e descobrir que a Amazônia, além de verde, fluida e exuberante, é também humana. E como é.

Para conhecer essa Amazônia diferente, uma forma inovadora de viajar é através do ecoturismo comunitário. Vislumbra-se um crescimento econômico, com justiça social e sem destruição do meio-ambiente. O modelo de turismo sustentável na Amazônia é resultado de iniciativas do governo brasileiro e organizações não governamentais. O Projeto Bagagem, resultado da iniciativa de duas paulistanas que associaram-se à ONG Projeto Saúde e Alegria, leva turistas interessados em desvendar o que a densa mata esconde. Sempre empenhando-se, é claro, em valorizar a vida e a cultura ribeirinhas.

As viagens amazônicas fluem pelas águas dos rios – Amazonas, Negro, Solimões, Tapajós etc. Nelas, a vida ribeirinha viceja. As águas são a moradia, a fonte de comida, a ligação com a vida urbana. O caboclo mora nas margens dos rios.  Alimenta-se dos peixes. Locomove-se singrando os intermináveis cursos d’água – verdadeiras estradas fluviais.

Conviver com os ribeirinhos é uma oportunidade autêntica de aprender sobre a cultura cabocla: suas danças típicas, as cerâmicas delicadas, o artesanato ancestral, a casa de farinha, a riqueza das plantas medicinais, as lendas, os mitos… Tudo com fortes traços da cultura dos antepassados, os indíos.

Lições da imensidão verde

SANTARÉM, PARÁ – Visitar a Amazônia cabocla por meio do ecoturismo comunitário – uma opção diferenciada dos roteiros tradicionais dos hotéis de selva – é uma nova maneira de se fazer turismo.

Até o momento, apenas cinco grupos de bagageiros – como são chamados os participantes do Projeto Bagagem – visitaram a região do Tapajós. A última expedição ocorreu em julho deste ano. Angela Brusamarello esteve nesse grupo e relembra a experiência de requintes sociológicos:

– O projeto é uma oportunidade única de fazer uma viagem rica, entrando em contato direto com as pessoas locais e conhecendo lugares onde o turismo tradicional não costuma chegar. Senti-me muito próxima à força da natureza, à imponência mágica da Amazônia,  emociona-se a auditora federal.

A preocupação do projeto é promover o desenvolvimento econômico e social das comunidades ribeirinhas, aliado, é claro, à preservação do meio ambiente e à valorização da cultura cabocla. Assim, a renda gerada pelos turistas é revertida para projetos de atendimento básico de saúde, abastecimento de água, educação ambiental, venda de artesanato etc.

– Surpreendi-me com a consciência ambiental da população local. O ribeirinho só tira da floresta o suficiente para sobreviver. Uma bonita e sustentável relação de troca igualitária entre o homem e a natureza – comenta Angela.

Além de aprender com o povo ribeirinho a se preocupar com o patrimônio natural e cultural da floresta, o ecoturista também precisa abrir mão do conforto. Deve gostar de rusticidade para poder se aventurar nas águas dos rios no balançar das redes, onde acomondam-se os viajantes. Com esses requisitos preenchidos, é só preparar a alma para adentrar no coração da mata.

O convívio com o povo da floresta é uma experiência intensa e marcante, de ricas trocas culturais. Difícil e retornar para a casa e não se deparar com a mente repleta de questionamentos.

–  Voltei transformada. Percebi como certos valores e costumes da nossa sociedade urbana são, às vezes, sem importância. Na Amazônia, junto aos ribeirinhos, descobri a importância de se valorizar a simplicidade da vida – conta Angela Brusamarello.

Filosofia que, em meio à imensidão verde da maior floresta do mundo, vem agregada ao respeito à natureza – capaz de suprir todas as necessidades da população: do alimento ao remédio, do meio de locomoção às ferramentas de caça, dos enfeites rituais aos utensílios do cotidiano.

Conhecer esse lado humano da Amazônia é embarcar em uma viagem que nos faz repensar o modo de vida nos grandes centros, a aceleração e a competitividade de nossa época. E resgatar sentimentos, há algum tempo, esquecidos: espírito de grupo, ajuda mútua, alegria na simplicidade de viver, amor e respeito pela natureza – fonte da vida.

Nove dias no saboroso sacolejar da rede

SANTARÉM, PARÁ_  Descer o rio Tapajós a partir de Santarém de barco é o passaporte para desvelar a Amazônia cabocla. Antes disso, porém, um esclarecimento importante: onde se dorme? Em uma rede no barco. Isso mesmo, dorme-se ao relento. É um turismo rústico, mas compensador. Dormir no convés da embarcação atracada na beira do rio pode ser a porta de entrada para os mistérios da selva. Enquanto o céu estrelado enfeitiça, sons de todos os tipos e decibéis ecoam. Na calada da noite, um barulho alto e agonizante, vinda da floresta, causa medo. O que será? Na manhã seguinte, o povo da floresta revela: são os macacos guaribas – de médio porte – que, segundo os nativos, uivam quando se sentem ameaçados por estranhos à mata.

Barco do Projeto Bagagem. Descendo o rio Tapajós.

A primeira parada do barco é em Alter-do-Chão, após três horas de viagem – e já descortina-se uma surpresa aos olhos dos que travam o primeiro contato com as paradisíacas paisagens: revigorantes praias fluviais despontam no horizonte. Nada melhor que um banho de água doce sob o sol forte de verão. No Norte, a denominação das estações é subvertida pela força dos céus: para o nortista é verão em julho, o início da época de seca, quando as chuvas cessam e os níveis dos rios abaixam.

Em Alter-do-Chão, acessível também por estrada e a meia hora de Santarém, as praias fluviais já possuem as marcas da urbanidade – mesas, cadeiras e guarda-sóis disponíveis na areia branca para o conforto dos visitantes. Para quem desejar apreciar a vista do alto, basta caminhar um pouquinho, percorrendo uma trilha aberta, e logo se alcança o topo do Morro de Alter. É inusitado naquela extensa planície admirar a Amazônia por um ângulo novo: do alto! No céu brilhante, nuvens corpulentas e esparsas ornamentam o diálogo entre o tapete verde e o imenso rio a findar no horizonte.

No segundo dia, um pequeno desvio e deixa-se o Tapajós para navegar pelas águas do rio Arapiuns. O destino é a comunidade ribeirinha Urucureá, a três de horas de barco de Alter-do-Chão. É o primeiro encontro com a face mais rústica, e por isso autêntica, da Amazônia cabocla. Como só há acesso fluvial, a comunidade consegue preservar seus costumes e cultura tradicionais – como a pesca e o artesanato. Urucureá destaca-se pelo primor de sua cestaria, feita com a palha de tucumã – palmeira de 10 a 15 metros de altura com espinho ao longo do tronco, nativa do Amazonas.

É possível acompanhar o processo de feitura das peças. Da colheita do tucumã, passando pelo tingimento à base de pigmentos naturais – urucum e crajiru (vermelhos), açafrão e mangarataia (amarelos) e anil (azul)-, até o entrelaçamento da palha. A simpática e sorridente Dona Maria mostra com alegria e satisfação todo o confeccionar. Os mais curiosos e habilidosos visitantes até tentam trançar algumas palhas já coloridas. Parece fácil. Vale a pena experimentar e descobrir a arte que está por trás dos dedos da cabocla ribeirinha. Pode-se comprar as cestas. Diretamente da mata para a cidade. A renda é dividida entre a mulher cesteira e o Grupo de Mulheres da comunidade.

Depois de dois dias em Urucureá, é hora de partir. O quarto e o quinto dias são para relaxar e refletir sobre a viagem. A embarcação pára na ponta de uma praia fluvial despovoada, sem sinais de urbanidade: a Ponta Grande – a três horas de barco de Urucureá.

Areias alvas e reluzentes, árvores alagadas, arbustos pequenos e retorcidos compõem o belo cenário. Ideal para o grupo conversar relaxado sobre as experiências vividas na comunidade: a troca humana e cultural entre visitantes e ribeirinhos, as vantagens e desvantagens do ecoturismo comunitário etc.

No sexto dia, chega-se à comunidade Suruacá, às margens do Rio Tapajós. Com 900 habitantes, é a maior comunidade no roteiro. Crianças brincam serelepes por todos os cantos. Os adolescentes já foram seduzidos pela modernidade: estão vidrados na tela do computador, novidade na selva. O Telecentro Cultural (o primeiro da região ribeirinha do Tapajós), inaugurado no fim de 2003, conecta os jovens ao mundo da Rede e abriga diversas atividades, como reuniões comunitárias, apresentação de danças folclóricas, teatro infantil…

Rica experiência é participar do processo de fabricação da farinha de mandioca, desde a colheita da planta até a torração do tubérculo moído. No roçado, o sol é escaldante. Já na casa de farinha, o telhado de palha concede uma sombra fresca. Passa-se a manhã ali, ajudando a descascar, ralar e torrar a raiz. A mandioca brava – espécie tóxica – é a mais encontrada na Amazônia e requer uma série de cuidados (como a imersão em água por uma noite) para ficar própria para o consumo. Os índios a domesticaram para a alimentação. Os caboclos utilizam a técnica herdada dos seus ancestrais até os dias de hoje.

Homenageando os bagageiros, a festiva Suruacá aproveita o novo espaço do Telecentro e apresenta suas atrações artísticas. O Gran Circo Mocorongo abre a noite, tirando gargalhadas eloqüentes da platéia. São parodiadas cenas do cotidiano dos ribeirinhos. Depois, é a vez da apresentação de uma opereta sobre o pássaro Talhamar. No decorrer da estória contada e cantada, percebe-se o respeito dos ribeirinhos aos animais, ao meio ambiente, o amor pela natureza – propiciadora da sobrevivência deles na mata. Por fim, para embalar a festa, bailarinos saracoteiam o carimbó – dança típica do Pará. As moças vestidas com longas e rodadas saias estampadas rodopiam em volta dos rapazes, com blusas de cores vivas.

Na manhã seguinte (sétimo dia), desperta-se com o balançar da rede. O barco, batizado de Saúde e Alegria, atravessa o Tapajós para chegar aos destinos seguintes que ficam na margem oposta: Jamaraquá e Maguary. O Saúde e Alegria navega cedinho para evitar os ventos fortes, formadores das ondas… aquelas que transformam os rios da Amazônia num verdadeiro mar doce!

Em Jamaraquá, na Flona do Tapajós, penetra-se um pouco mais na selva. Ribeirinhos orientados pelo Ibama guiam os visitantes ao interior da mata. Ali, sente-se a magnitude e a riqueza da Floresta Amazônica, descobrindo-se um pouco dos seus segredos. E que segredos! Seu Joaquim, como gosta de ser chamado o guia local, pega, ligeiro, galhos de palmeira, ainda verdes, caídos pelo chão e rapidamente entrelaça as folhas, surgindo aos olhos encantados dos visitantes uma mochila natural e resistente. Para quê? Nela, a mamãe leva o bebê para o roçado. Adiante, Seu Joaquim tira fogo da mata. Com um gravetinho minúsculo, acende uma chama com a resina do jatobá. As descobertas não param por aí. Seu Joaquim retira água do cipó. Apresenta frutos de sabor exótico. Na selva, ninguém morre de fome e sede. O último deslumbramento é admirar a imponência da sumaúma – árvore cuja altura chega até 40 metros e diâmetro, até 1,60 metro.

Já na chegada à comunidade Maguary, vêem-se os vestígios da extração do látex das seringueiras. De maneira moderada para não exaurir toda a seiva da árvore. Alguns minutos de caminhada e se está na pequena fábrica de produção de couro ecológico. O processo é artesanal. O látex preparado é colocado sobre cilindros giratórios até atingir a espessura desejada. Os tapetes de látex são secados e depois levados às mãos de habilidosas costureiras. Elas confeccionam lindas bolsas. E, para surpresa geral, os modelitos estão antenados com as últimas tendências da moda nas cidades. Para se despedir de Maguary, um passeio de canoa pelos refrescantes igarapés.

Nono dia, é hora de partir. Oito horas navegando pelo Rio Tapajós até Santarém. Tempo que se gasta reavivando na memória os momentos passados junto aos ribeirinhos. Registrando no diário as impressões vividas. Todos retornam para a casa de alguma forma modificados. Tocados com a viagem que, além dos rios, navega pelo interior da alma cabocla. Cientes da importância do verde. Uma viagem de conscientização social e ambiental. Cidadania e turismo de mãos dadas. Viagem que faz aflorar o espírito brasileiro.

Diário de um barco-gaiola           

O trajeto de barco entre Parintins e Santarém reserva uma rica e curiosa experiência. Cedinho, por volta das 8 h, chegamos à estação hidroviária de Parintins. Na fartura fluvial amazônica, as rodovias são substituídas por hidrovias.

O barco, batizado de Dona Nilza, não chegava ao porto. Vinha de Manaus. Quiçá, as águas vigorosas do Amazonas atrasaram o barco-gaiola… Uma crença popular: as águas do Amazonas correm com força porque o rio é jovem e valente, arrastando tudo por onde passa – o que dá a sua cor barrenta. Vigor que pode atrasar a chegada das embarcações.

Por volta das 10 h, o Dona Nilza atracou. Um rebuliço no embarque e desembarque. Uns saindo com sacolas, caixotes, fazendo verdadeiras mudanças. Outros querendo entrar. Tudo ao mesmo tempo e pelo mesmo lugar, como se as leis da física não valessem por aquelas bandas. Naquela confusão, quando percebemos que o Dona Nilza iria partir, pulamos para dentro do barco. Difícil foi encontrarmos ganchos para pendurar nossas redes. Ufa! Por pouco não conseguimos. Nossas companheiras de rede eram senhoras bem simpáticas e sorridentes. Ah! O barco se chama gaiola porque as redes ficam uma do lado da outra. Sentimo-nos iguais a passarinhos na gaiola, apertados como no desfile de um bloco de carnaval pelas ruas do Rio.

Após alguns minutos, Parintins – cidadezinha nascida numa ilha no meio do Amazonas e famosa internacionalmente devido ao festival folclórico que acontece nos três últimos dias de junho – fica para trás. À frente, o céu-prateado e a extensa estrada fluvial.

Passageiros passam o tempo jogando dominó. Meninas dançam o brega – uma mistura de forró com axé, sucesso em toda a Região Norte. Alguns, simplesmente balançam nas redes. Ou conversam com outros viajantes. Inspiração para escrever impressões da aventura neste diário de bordo. 

São muitas as histórias ouvidas na viagem. Pessoas simples que foram tentar a vida em Manaus – caixas de supermercado, ajudantes de obra, faixineiros etc – retornam para a casa de férias, depois de anos, para reverem os familiares. Outros voltam de vez. Um povo sofrido, todos saudosos da vida tranqüila da beira do rio. Só querem um pouco de dignidade nessa vida. Um rapaz pobre, de coração humilde, impressiona: diz que na sua vida nada mais falta além de um amor. Tão belo escutar essas palavras daquele rapaz tão simples.

O entardecer cai. As margens do Amazonas, pequenas ao lado (o rio é muito largo), começam a desaparecer. O Dona Nilza segue solitário na penumbra da noite que chega. Os passageiros serenos recolhem-se nas suas redes. Esperam a próxima parada em Santarém, já no Pará. 

Durante a noite, a venda de bebida alcóolica anima os passageiros e, como em qualquer bar, alguns podem se exaltar e causar inconvenientes.

O Dona Nilza atraca na estação hidroviária de Santarém. Já é quase 1 h da madrugada. Passageiros saltam ansiosos. Vão ao encontro de seus lares. Outros permanecem no barco. Dormirão lá, aguardando a partida na manhã seguinte para Belém. Saltamos também, na ânsia de tomar o barco do Projeto Bagagem no dia seguinte e nos embrenhar na Amazônia cabocla ribeirinha. Também é possível fazer o trajeto entre Parintins e Santarém em confortáveis barcos com cabines. Mas qual é a graça?

Conforto Flutuante

TEFÉ, AMAZONAS – Criado em 1999 pelo governo federal, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá busca o crescimento econômico da região, sem alterar o uso tradicional dos recursos naturais e os costumes locais já perenes.

O instituto está localizado em uma unidade de conservação do estado do Amazonas, no Médio Solimões. Em 1990, a área foi considerada Estação Ecológica. Em 1996, com a aprovação do Plano de Manejo –  utilização racional dos recursos naturais -, a região foi alçada à categoria de Reserva de Desenvolvimento Sustentável.

É possível conhecer a reserva com bastante conforto. Além de atividades como passeio de canoa e visitas às comunidades ribeirinhas, a programação inclui caminhadas em trilhas para observação da fauna e flora. São oferecidos pacotes de três dias (R$ 770) ou quatro noites (R$ 900) com todas as refeições incluídas. Os pernoites acontecem na Pousada Flutuante Uacari, que dispõe de boa infra-estrutura, similar à encontrada em outros destinos turísticos mais badalados: restaurante, bar, biblioteca, sala de vídeo.

Para quem não quiser sacolejar em uma rede no meio dos rios amazônicos, nem dormir ao relento, é uma boa oportunidade de fazer o ecoturismo comunitário. Ou seja, sem agressões ambientais e criando condições de sustento à população que, dessa forma, segue preservando sua riqueza cultural. Os viajantes interessados em experiências interativas e originais, diferentes do turismo de massa pasteurizado, agradecem.

No balanço das águas

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Como chegar

De avião – a Varig (0300-788-7000) opera vôos diários do Rio a Manaus (para quem deseja descer de barco o Rio Amazonas) ou vôos diretos do Rio a Santarém.

Há companhias locais que operam na região com aviões de porte pequeno.

De barco – De Manaus a Santarém, são dois dias de barco. Nos barcos-gaiola, além da rede, há opção de viajar em cabines fechadas. Preços a partir de R$ 100,00. Informações: Marques Pinto (92) 523 2828. De Belém a Santarém, são três dias de barco. Preços a partir de R$ 140,00. Informações: Alves & Rodrigues (91) 225 1691 e Enasa (91) 257 0299.

Quem leva

Projeto Bagagem, em parceria com a Ong Projeto Saúde e Alegria. A próxima expedição acontece de 15 a 23 de janeiro. Preço por pessoa: R$ 1.050.

Na internet

http://www.projetobagagem.org (as inscrições já estão abertas)

http://www.saudeealegria.org.br

http://www.mamiraua.org.br

http://www.ibama.gov.br

Informações turísticas

Manaustur – (92) 622 4986

Agência Rio Amazonas – (92) 621 4359

Marinha Mercante – (92) 633 1224

Santarém Tur – (93) 522 4847

Belemtur – (91) 242 0033/0900

Paratur – (91) 212 0575

Preparativos

Vacina de febre-amarela, no mínimo, 10 dias antes da viagem (http://www.bio.fiocruz.br).

O que levar

Repelentes para afastar os carapanãs (insetos). Bonés, blusas e calças compridas e filtro solar para se proteger do sol a pino.

Uma manta para as noites na rede ao relento (ninguém imagina, mas sopra uma brisa bem fria por lá). Máquina fotográfica (e muitos filmes), filmadora e muita disposição para encarar o balanço das águas.

* Michelle Glória é pós-graduanda em Fotografia Social.

Para ver a matéria do Jornal do Brasil, clique no post seguinte.

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