Sem dinheiro no Zimbabue

Paisagens deslumbrantes. Companhias maravilhosas. Puro deleite da Cidade do Cabo até as Cataratas Vitória a bordo do confortável truck. Nenhuma preocupação. Nenhuma picada de mosquito. Estava tudo dando certo demais para ser verdade! Já começava a desconfiar… Em plena África e nenhum desafio? búfalos correndo atrás de mim? ou manada de elefantes vindo na minha direção? Já estava sem graça! (risos)

Para ativar todos os meus neurônios e disparar a adrenalina, fiquei sem dinheiro no meio da savana africana!

Antes de sair do Brasil, abri uma conta no Citibank para facilitar os saques no exterior e não pagar a tarifa de 2,5%, cobrada pelo Banco do Brasil por saque no estrangeiro.

Nos países africanos que visitei, a rede Visa Plus é mais aceita do que o Mastercard. No Zimbabue, por exemplo, só é possível sacar dinheiro no débito com Visa Plus.

Minha conta bancária no Brasil é conjunta e, por engano, foram solicitados novos cartões do Banco do Brasil. Consequência: o meu cartão de débito Visa Plus foi cancelado. Como o meu cartão do Citibank é Mastecard, não consegui sacar. Tentei ligar a cobrar para o Brasil de um orelhão, mas fui informada pelos transeuntes que no Zimbabue não existe este tipo de serviço telefônico. Sem um centro de informações, tentei mais algumas vezes e a ligação não completava. Que sensação ruim… Ficar sem dinheiro, num país estrangeiro, sem dominar a língua, numa cidadezinha pequena e incomunicável.

Minha salvadora foi a minha nova traveller friend Priscilla Torelli, que me emprestou 1.000 dólares. Ufa!… Valeu Priscilla!!

O recomendável para uma longa viagem, principalmente para viajantes solitários, é dispor de mais de um cartão de débito e crédito, com bandeiras diferentes. Eu segui a cartilha direitinho, só que…

Mesmo com apenas 1 cartão bancário resolvi seguir viagem e continuar mochilando pela África… Mas com um medo de ficar na mão… Cada saque e compra tem sido uma aventura para mim. Respiro aliviada quando a operação finaliza com sucesso. Ficar sem crédito, no meio da África, não é nada agradável.

Felizmente, em poucos dias, voltarei para a África do Sul e, para a minha sorte, meu colega Michel Cohen, que veio para a Copa, fez a gentileza de trazer os novos cartões para mim! Valeu Michel!

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