Espírito Brincalhão

Brincar. Brincar. Brincar. Um milhão de vezes eu digo: brincar.” Osho

This. A thousand times this.”, com essas palavras Osho nos lembra de que só existe o aqui e o agora.

Não existe passado. Não existe futuro. Só o presente. Viva. Seja.

A carta “playfulness”, a mulher brincalhona, do Tarot Zen do Osho, remeteu-me ao espírito do carnaval de rua do Rio de Janeiro. O resgate nos últimos anos do espírito brincalhão. O reviver da nossa criança adormecida. Pura inocência e ludicidade.

A menina brincalhona enxerga a vida com um olhar lúdico. Adulta-criança, completamente no presente, essa mulher não sente medo da morte, não sente medo de amar, não sente medo da vida.

Medos que vêm de um viver no tempo passado, preso a traumas, e na expectativa de um futuro promissor, que nunca chega, pois não se vive o presente. Os medos, os pensamentos não deixam. A mente está no controle.  Seu Ser, aprisionado.

Aceite. Liberte-se.

Só o Ser existe.

O aqui e o agora.

Seja.

“No momento em que você começa a ver a vida não sob um olhar tão sério, mas sim com ludicidade, todo o fardo em seu coração desaparece. Todo o medo da morte, da vida, do amor – tudo desaparece. Você começa a viver com a leveza da luz. Então sem o peso nas suas costas, você se torna capaz de voar no céu azul.” (Do livro “Osho Zen Tarot”).

Brinque.

Seja criança.

Inocente.

Confie.

“Vida é raramente tão séria o quanto nós acreditamos que ela seja, e quando nós reconhecemos este fato, nós reagimos dando-nos mais e mais oportunidades de brincar. A mulher nesta carta (o palhaço) está celebrando a alegria de viver, como uma borboleta que saiu da crisálida para a luz. Ela nos lembra do tempo de quando éramos crianças, catando conchas na praia e construindo castelos na areia, sem alguma preocupação de que a onda poderia vir e destruí-los no segundo seguinte. Ela sabe que viver é uma brincadeira, e ela participa dessa brincadeira como um palhaço, presente no aqui e agora, sem nenhum constrangimento ou fingimento.” (Do livro “Osho Zen Tarot”). 

Ter sido porta-bandeira do bloco de rua “Desculpa pra Beber” no carnaval deste ano me remeteu a meus tempos de infância. Senti-me uma criança com um brinquedinho na mão. Interagindo, brincando com tudo e todos. Pura plenitude…

Viva.

Extasie-se com o Ser.

Em Ser.

Como uma criança.

Plena.

Brincalhona.

Seduzida pela ludicidade de viver ! !

Eu, porta-bandeira, e meu querido amigo Paulo André, mestre-sala.

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Eu. Plena. Pura Felicidade!! Na avenida!!!

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